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quarta-feira, 7 de março de 2012

NÃO REVIDE (soneto alexandrino)

Não pague uma ação má! Não gere uma ação crua!
Decerto a mente envia, além, bem muito além,
A gosma que carrega, acorrentada e nua,
Enquanto segue só, sem alma e sem ninguém!

Se em nada lhe adianta o argumentar da rua,
Se em nada lhe convence o argumentar de alguém,
Fecha-se a mente em si, na posição que é sua;
Seu mundo embota ali... A vida flui aquém!

Das vísceras, escorre um dissabor que agride,
Enquanto a mente vibra a augusta posição
Na esteira do ‘saber’! Sucumbe em si... Colide!

Não pague uma ação má, agindo com revide!
A mente humana aposta a vida e a paixão
... A alma se separa... O corpo se divide!


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