segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

VIVA O BRASIL ! (varano)


Canto os coqueiros
E os cajueiros
As pitangueiras...
Canto as mangueiras
... Canto o Brasil

Canto o cupu
Cupuaçu
O buriti
E o bacuri
... Espécies mil

Canto a goiaba
Jabuticaba
A manga-rosa
Fruta cheirosa
... De abril a abril

E a seriguela?
Sem ter cautela
Coma-as maduras
São gostosuras
... Sabor pueril

Canto o umbuzeiro
Bem brasileiro
Canto a amoreira
E a laranjeira
... No meu perfil

Canto os sabores
Formas e cores
Canto os oitis
E os sapotis
... Viva o Brasil!










VARANO

1 – O poema Varano, criado pelo poeta Ineifran Varão, em janeiro de 2013, é composto por um mínimo de 2 estrofes de 5 versos cada uma e o máximo de 10 estrofes, distribuídas na sequência das seguintes rimas, que são fixas nas suas posições: aabbc + ddeec + ffggc+ hhiic+jjkkc+llmmc+nnooc+ppqqc+rrssc+ttuuc
2– A sílaba tônica exigida é na posição 4 (4ª sílaba poética). As demais tônicas são livres.
3– As palavras rimadas não se repetem na mesma estrofe, e nem mais que duas vezes, ao longo de todo o poema.
4 – O 5º verso de cada estrofe vai rimar com o 5º verso da próxima estrofe e devem ser precedido de reticências, completando o sentido da estrofe e a última estrofe deve concluir o tema; a rima do 5º verso não deve coincidir com as rimas dos outros versos da estrofe.
5– O tema a ser narrado ou descrito fica a critério do poeta.

Obs.: as 4 rimas casadas duas a duas, de cada estrofe, podem, se repetir, porém, com palavras diferentes, e não mais que duas vezes, se for a mesma palavra, ao longo das estrofes, sendo, entretanto, desejada a não repetição demasiada dessas rimas.

Exemplo: As rimas de uma estrofe que forem ia/ia+eu/eu podem aparecer em outra estrofe, mas com palavras diferentes, ou, como dito acima, no máximo duas vezes a mesma palavra ao longo de todas as estrofes:
... Maria/valia+cedeu/perdeu e em outra estrofe ... Sabia/descia+meu/seu.


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

TODO O DIA E... NOITE A DENTRO (Varano - forma poética criada por Ineifran Varão, veja regras no final do poema)


Dou-te ‘bonjour’
És ‘hors concour’
Noite... Ao chegar,
Dou-te ‘bon soir’
... Não vou dormir!

Raiando o dia
Minha alegria
É dar-te um beijo
Comer um queijo
... Dopois sorrir!

E assim eu crivo
Como é que eu vivo
Contigo em mim
Pra sempre assim
... Jamais partir!


VARANO

1 – O poema Varano, criado pelo poeta Ineifran Varão, em janeiro de 2013, é composto por um mínimo de 2 estrofes de 5 versos cada uma e o máximo de 10 estrofes, distribuídas na sequência das seguintes rimas, que são fixas nas suas posições: aabbc + ddeec + ffggc+ hhiic+jjkkc+llmmc+nnooc+ppqqc+rrssc+ttuuc
2– A sílaba tônica exigida é na posição 4 (4ª sílaba poética). As demais tônicas são livres.
3– As palavras rimadas não se repetem na mesma estrofe, e nem mais que duas vezes, ao longo de todo o poema.
4 – O 5º verso de cada estrofe vai rimar com o 5º verso da próxima estrofe e devem ser precedido de reticências, completando o sentido da estrofe e a última estrofe deve concluir o tema.
5– O tema a ser narrado ou descrito fica a critério do poeta.

Obs.: as 4 rimas casadas duas a duas, de cada estrofe, podem, se repetir, porém, com palavras diferentes, e não mais que duas vezes, se for a mesma palavra, ao longo das estrofes, sendo, entretanto, desejada a não repetição demasiada dessas rimas.

Exemplo: As rimas de uma estrofe que forem ia/ia+eu/eu podem aparecer em outra estrofe, mas com palavras diferentes, ou, como dito acima, no máximo duas vezes a mesma palavra ao longo de todas as estrofes:
... Maria/valia+cedeu/perdeu e em outra estrofe ... Sabia/descia+meu/seu.

sábado, 12 de janeiro de 2013

A FARRA DO BICHO (Varano)


Vi u’a peleja,
Em frente à igreja.
Era u’a beata
Que usava bata
... Chamou a atenção!

A arenga dela
Era uma vela,
Que havia feito,
Com muito jeito
... Bem feita, à mão!

Chegara o padre,
Que a igreja abre...
Foi se meter
Pra resolver
... A confusão!

Mas não sabia
Que irmã Maria,
Que guarda o vinho,
No caladinho
... Enchia copão!

O padre Pio,
Meio arredio,
Pegou a vela
‘De mussarela’
... Que papelão!

O fato posto
E o tira-gosto...
Todos quiseram!
Depois disseram
... Que vinho ‘bão’!

Naquele dia,
Na sacristia,
Bem lá no fundo,
Vi todo mundo
... Copo na mão!

Muita preguiça...
Não teve missa
E cada um
De seus ’bebum’
... Caído ao chão

Eu fui embora
Naquela hora...
Pensei: Que vício!
Foi tudo ofício
... Do Capetão!



VARANO

1 – O poema Varano, criado pelo poeta Ineifran Varão, em janeiro de 2013, é composto por um mínimo de 2 estrofes de 5 versos cada uma e o máximo de 10 estrofes, distribuídas na sequência das seguintes rimas, que são fixas nas suas posições: aabbc + ddeec + ffggc+ hhiic+jjkkc+llmmc+nnooc+ppqqc+rrssc+ttuuc
2– A sílaba tônica exigida é na posição 4 (4ª sílaba poética). As demais tônicas são livres.
3– As palavras rimadas não se repetem na mesma estrofe, e nem mais que duas vezes, ao longo de todo o poema.
4 – O 5º verso de cada estrofe deve ser precedido de reticências, completando o sentido da estrofe e a última estrofe deve concluir o tema.
5– O tema a ser narrado ou descrito fica a critério do poeta.

Obs.: as 4 rimas casadas duas a duas, de cada estrofe, podem, se repetir, porém, com palavras diferentes, e não mais que duas vezes, se for a mesma palavra, ao longo das estrofes, sendo, entretanto, desejada a não repetição demasiada dessas rimas.
A rima do 5º verso rimará com o 5º verso da próxima estrofe.

Exemplo: As rimas de uma estrofe que forem ia/ia+eu/eu podem aparecer em outra estrofe, mas com palavras diferentes, ou, como dito acima, no máximo duas vezes a mesma palavra ao longo de todas as estrofes:
... Maria/valia+cedeu/perdeu e em outra estrofe ... Sabia/descia+meu/seu.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

VALEU! (Varano)


Vi da janela
Flor Amarela
Passou correndo
E eu me moendo
... Na solidão!

Fiz uma jura
Pra ver se cura
Esta saudade
Mas, nessa idade
... Não cura não!

Jurei sorrir
Não mais abrir
A tal janela
Passei tramela
... Caiu no chão!

Saí pra lida
Fui ver a vida
Topei com ela
E ganhei dela
... Seu coração!



VARANO

1 – O poema Varano, criado pelo poeta Ineifran Varão, em janeiro de 2013, é composto por um mínimo de 2 estrofes de 5 versos cada uma e o máximo de 10 estrofes, distribuídas na sequência das seguintes rimas, que são fixas nas suas posições: aabbc + ddeec + ffggc+ hhiic+jjkkc+llmmc+nnooc+ppqqc+rrssc+ttuuc
2– A sílaba tônica exigida é na posição 4 (4ª sílaba poética). As demais tônicas são livres.
3– As palavras rimadas não se repetem na mesma estrofe, e nem mais que duas vezes, ao longo de todo o poema.
4 – O 5º verso de cada estrofe deve ser precedido de reticências, completando o sentido da estrofe e a última estrofe deve concluir o tema.
5– O tema a ser narrado ou descrito fica a critério do poeta.

Obs.: as 4 rimas casadas duas a duas, de cada estrofe, podem, se repetir, porém, com palavras diferentes, e não mais que duas vezes, se for a mesma palavra, ao longo das estrofes, sendo, entretanto, desejada a não repetição demasiada dessas rimas.
A rima do 5º verso rimará com o 5 verso da próxima estrofe.

Exemplo: As rimas de uma estrofe que forem ia/ia+eu/eu podem aparecer em outra estrofe, mas com palavras diferentes, ou, como dito acima, no máximo duas vezes a mesma palavra ao longo de todas as estrofes:
... Maria/valia+cedeu/perdeu e em outra estrofe ... Sabia/descia+meu/seu.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

UMA BELEZA


Meu pé de jamelão tem muitas folhas
E o chão fica rouxinho só de fruto!
É bom ver quando a chuva solta bolhas
... O tempo vai-se embora num minuto!

Pousado no mais alto cocuruto
Um bem-te-vi rastreia e faz escolhas...
No seu olhar sutil por entrefolhas
Com garbo, solta o canto em seu reduto!

Que bom se o ser humano copiasse
O simples que é viver na natureza...
Que todo ato malfeito fracassasse,

Que o mundo não soubesse o que é tristeza,
Que o mal cedesse ao bem, fome acabasse...
Seria completo o quadro... Uma beleza!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

RETRATOS DO MEU PAÍS


Encrespam-se as nuvens lá no alto!
Parecem contorcer-se pelo vento!
É a natureza plena em seu rebento,
Num céu acinzentado, quase espalto!

... E vem a chuva forte no planalto,
Para matar a sede do sedento,
Pois antes que pareça um sobressalto,
Para o nativo é apenas um alento...

Pedaços de Brasil tão diferentes,
Que encantam aos nativos e aos de fora!
As chuvas, quando caem, são torrentes!

Um refrigério do homem que labora
Na seca, quando não crescem sementes,
Forçando os retirantes a irem embora...

sábado, 5 de janeiro de 2013

VENCIDOS


Por que tu corres tanto e não te vejo?
A cada esquina dobras de repente!
Não sei se tu és fantasma  ou se és gente,
Mas ver-te sempre foi o meu desejo...

Já vi teu vulto como num lampejo,
Teu ar de dona, ali, sempre exigente
Como a esperar de mim so mais um beijo,
Como se assim não fosse intransigente...

Andei no teu encalço nesses anos,
Tentando dar-te um pouco do que é meu,
Mas dei-te, no final, só desenganos,

Igual também a tantos que me deu...
Agora, cancelamos nossos planos...
Perdemos! E nenhum de nós venceu...