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quarta-feira, 4 de abril de 2012

IMPIEDADE












No imenso verde onde essa vista alcança,
Descansa o olhar embevecido e crente...
E ao contemplar a natureza à frente,
Inda mais crente o meu sentido avança!

A natureza, divinal presente,
Também ressente-se, na sua pujança,
Da iminente destruição que lança
O homem vil que não parece gente!

Segue o furor arrasador, insano,
Que por ganância cometeu o engano
Ao destruir o que ele não plantou...

O imenso verde chora a cada ano
A impiedade desse ser humano,
Que aqui na terra bem depois chegou!

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