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domingo, 6 de novembro de 2011

NO VERDADEIRO BEM... MORA O AMOR

A quietude d’alma é como o abraço:
Não cabe irritação mera ou banal,
Não há o tédio, mesmo sazonal,
A não ser por razão de algum cansaço...

Se n’alma há mais ternura, há mais bonança,
A paz faz sua morada e traz a luz!
Transcende às outras almas, lhes conduz,
Jamais suscitará desesperança!

Na calma e na quietude, passo a passo,
Vão se afinando as cordas no compasso,
Como se afinam cordas de violão!

No verdadeiro bem... Ah... Mora o amor...
Não há espinho agudo a causar dor,
Não há ira, nem tédio ou irritação!

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